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Festival promove artistas em tempos de crise

Começa esta quarta-feira em Barcelos um festival que, segundo a Câmara Municipal, procura promover os artistas locais na área da música e artes plásticas até porque a vida, no meio cultural, não está nada fácil com a impossibilidade de, por causa da COVID 19, serem realizados muitos dos concertos previstos. Daí este festival denominado “20 e um” que vai ocupar, nos próximos dias, o Theatro Gil Vicente com alguns dos inscritos num registo digital,  o “MACB –  Mapeamento do Setor Artístico Cultural” que, no Verão do ano passado, recebeu”recebeu mais de 50 inscrições de músicos, artistas plásticos, produtores, programadores e grupos de música e dança do concelho de Barcelos”. Já agora, a partir de hoje o mapeamento volta a estar disponível para receber inscrições de artistas locais. A sequência desse movimento é a realização de um festival – que arranca hoje às seis da tarde  “com uma exposição coletiva de todos os artistas plásticos que se inscreveram, sendo eles: Eduardo Faria, Cristiana Sá, Ana Torres e Catarina Real, acompanhados pelo saxofonista Pedro Pereira que se irá apresentar-se também”. A entrada é gratuita. Diz também a autarquia: “nos restantes dias, 15, 16 e 17 de julho, são apresentados quatro projetos musicais a solo”. Amanhã, às 22 horas, ocorre a estreia de Ece Canli, com “Vox Flora, Vox Fauna” e que é programado pelo barcelense José Roberto, da editora Lovers & Lolypops. Entradas são a cinco euros. Na sexta-feira, à mesma hora, o palco fica por conta de  Pedro Oliveira e “Krake” – e os ingressos custam três euros, tal como sucederá nos dois pontos musicais de sábado: às sete da tarde no acesso ao concerto pela violinista Helena Silva e à noite para o espetáculo de música eletrónica por Ricardino Lomba.

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