Câmara Municipal Póvoa de Varzim emite alerta
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- Categoria: Notícias Regionais
- Publicado em segunda-feira, 19 dezembro 2022 07:54
- Escrito por: Ângelo Marques
O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) coloca, para já, todos os distritos do país em “Aviso Amarelo” por causa do mau tempo, mas agrava para “laranja” – o segundo mais grave da escala Porto, Braga, Viana do Castelo, Vila Real, Viseu, Aveiro e Coimbra – por causa da previsão de “precipitação forte e persistente, que pode ser acompanhada de trovoada” a partir das nove da noite.
A cor amarela também é nesta manhã de 2.ª feira aplicada por causa do vento com rajadas até 75 quilómetros por hora e da ondulação de sueste com quatro e cinco metros de altura.
A Câmara da Póvoa de Varzim emitiu ontem um “aviso à população” quais as situações expetáveis e as medidas de prevenção recomendadas pela Proteção Civil a ter (ver mais abaixo)), mas também divulga os números de telefone para os quais deve ligar em caso de problemas (números que, aliás, deve ter sempre à mão): Bombeiros Voluntários da Póvoa de Varzim, 252 291 500, ou o Serviço Municipal de Proteção Civil, 252 298 500
Em função das condições meteorológicas presentes e previstas, é expectável:
Piso rodoviário escorregadio e eventual formação de lençóis de água e gelo;
Possibilidade de cheias rápidas em meio urbano, por acumulação de águas pluviais ou insuficiências dos sistemas de drenagem;
Possibilidade de inundação por transbordo de linhas de água nas zonas historicamente mais vulneráveis;
Inundações de estruturas urbanas subterrâneas com deficiências de drenagem;
Danos em estruturas montadas ou suspensas;
Dificuldades de drenagem em sistemas urbanos, nomeadamente as verificadas em períodos de preia-mar, podendo causar inundações nos locais historicamente mais vulneráveis;
Possibilidade de queda de ramos ou árvores em virtude de vento mais forte;
Possíveis acidentes na orla costeira;
Fenómenos geomorfológicos causados por instabilização de vertentes associados à saturação dos solos, pela perda da sua consistência.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) recomenda à população a tomada das necessárias medidas de prevenção, nomeadamente:
Garantir a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
Adotar uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água e de gelo nas vias;
Colocar as correntes de neve nas viaturas, sempre que se circular nas áreas atingidas pela queda de neve;
Não atravessar zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas;
Garantir uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
Ter especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atenta para a possibilidade de queda de ramos ou árvores, em virtude de vento mais forte;
Ter especial cuidado na circulação junto das zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a inundações rápidas;
Redobrar a atenção à circular junto à orla costeira e zonas ribeirinhas, nomeadamente em praias expostas ao mar e sujeitas ao efeito da rebentação;
Reforçar a vigilância das amarrações das embarcações atracadas nos cais e marinas ou fundeadas/amarradas;
Garantir a adequada fixação de estruturas ou equipamentos que possam ficar expostas ao efeito do vento e mar;
Acautelar a remoção, para locais seguros, de embarcações varadas em locais que possam ser afetados pela ação do mar e do rio;
Primar por uma postura de segurança e de precaução ativa, não assumindo comportamentos de risco;
Acompanhar o evoluir dos níveis de água nas zonas ribeirinhas.
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