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Agora é oficial: nova esquadra vai ser construída em breve

A presidente da Câmara de Vila do Conde, Elisa Ferraz, assinou na manhã de hoje o contrato que permitirá assumir o lançamento do concurso e restantes passos burocráticos da empreitada de construção da obra das instalações da secção da PSP que gere serviços prestados na esquadra local, na da Póvoa de Varzim e na de Santo Tirso. O futuro edifício ficará localizado na Avenida Baltazar do Couto e acolherá também a Investigação Criminal, que está sediada em Caxinas, embora pertença a uma Divisão Autónoma dentro do Comando Metropolitano do Porto. Do lado da polícia, a assinatura foi colocada pelo Superintende Chefe Luís Manuel Farinha e, na sessão realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, o acordo foi de imediato homologado pelo ministro  da Administração Interna, Eduardo Cabrita, perante o olhar da secretária de estado adjunta, Isabel Oneto.  O Diretor-Nacional da Polícia de Segurança Pública não teve dúvidas em afirmar que a melhoria das condições vai ter efeito na capacidade operacional da Divisão. Por sua vez, a presidente da Câmara, que qualificou como histórico o dia para o município, tem a esperança que as obras possam estar no terreno ainda este ano. Este prazo desejado pela autarca é mais otimista do que o do próprio ministro Eduardo Cabrita, que atira para o início do próximo ano o arranque dos trabalhos. Não vai ser, no entanto, por falta de dinheiro que a obra terá qualquer delonga no seu avanço já que o Estado tem reservados quase três milhões de euros para o efeito, como ficou plasmado no contrato assinado.

O investimento em Vila do Conde foi inserido pelo ministro no leque mais vasto de novas infraestruturas que vão surgir em vários concelhos da Área Metropolitana do Porto (AMP) tendo em vista a continuação da redução dos crimes violentos e graves. Em rigor, Eduardo Cabrita disse que o pacote financeiro de 20 milhões de euros em estruturas da PSP vai ficar pela cidade do Porto (a maior fatia no Viso), Maia, Espinho, Matosinhos, Valongo, S. João da Madeira, Vila Nova de Gaia e Espinho. Sobre os meios existentes, o ministro reconheceu que no futuro vai ter de ser aumentado o número de profissionais ainda que tenha sido este ano reforçada a escola da PSP (de 400 para 600 formandos) e, nos últimos quatro anos, tenham saído 2200 efeitivos (um número semelhante a todo o contingente da PSP na AMP), “o que compara com os 500 de anos anteriores”.  Eduardo Cabrita defende o lançamento de um plano de admissão para uma legislatura, semelhante ao que o Governo fez para a aquisição de viaturas. Neste aspeto houve um concurso para a aquisição, até 2021, de mais de 2200 veículos. A PSP e a GNR vão terminar este ano com mais 700 meios rodoviários, mas vai continuar o processo de entrega que começou no final de 2018.

As declarações podem ser ouvidas na edição local.

  

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