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Venda de fábrica com mais de 200 trabalhadores

A Imperial, fábrica de chocolates localizada em Vila do Conde, pode ser vendida. Eduardo Rocha, o presidente do Fundo Vallis Sustentaible Investments que detém a maioria do capital, confirmou ao jornal Vida Económica que a empresa pode mudar de mãos a curto prazo já que o processo de venda, embora esteja no seu início, deve ser concluído “nos primeiros meses deste ano”. O líder do Fundo diz que a venda sucede não por mau desempenho da Imperial, mas pelo contrário, porque o sucesso não passou despercebido a investidores nacionais e internacionais que, no último ano têm abordado, a proprietária que finalmente decidiu abrir um processo de transação através do Haitong Bank. Ou seja, habitualmente o anúncio de venda tem associadas dificuldades económicas, mas neste caso é o inverso: o bom desempenho pressiona o Fundo a aproveitar o momento de procura. A empresa de Vila do Conde, que emprega 220 pessoas e já foi detida pelo grupo RAR, registou um volume de negócios de 34 milhões de euros em 2018, cerca de 30% das quais em 45 mercados internacionais. Este ano prevê crescer para os 36,5 milhões de faturação. A operação de venda já foi anunciada aos operários  por Manuela Tavares de Sousa, a gestora que tem conduzido a empresa e que há dois anos assinalou os 85 anos da Imperial com a inauguração de uma nova fábrica que, através de um investimento de seis milhões de euros, passou a garantiu uma produção anual de  três mil toneladas de chocolate.

As declarações podem ser ouvidas na edição local.

  

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